Também, gente, estavam acostumados em Caminho das Indias a arrumar os cabelos de Juliana Paes (liso), Thania Kallill (liso), Cléo Pires (lissérrimo).
Eis que surge então ... Thais Araújo, a heroína que acaba de entrar por sistema de cotas na nova novela Viver a Vida. Com esse cabelo, a mulher samambaia que se cuide.
Tá bom, vai. Ela é nuito bonita. Até eu tenho que concordar. Mas o que é esse cabelo, Senhor? Mais armado que o PCC ...
Outro dia tiveram que fazer a diva cair no mar com o #Zemayerfacts, para justificar o look rabo de cavalo abaixo. Que nada mais é do que os sinais da greve.
Para efeito de comparação mostro abaixo o look fase greve pós banho de mar e outro, onde Thais foi maquiada e penteada para a revista Claudia deste mês por algum profissional que não estava em greve.
Acabo concordando com eles (cabeleireiros da Globo).
Imagina ter esse trabalhão todos os dias? Tô fora, Mona.

Não entendo muito de cabelo e muito menos de cabelereiros, e para ser bem sincero, não entendo nada de novela e revista de moda, só resolvi comentar porque adorei o tema do Blog.
ResponderExcluirSerá que ela demora mais tempo preparando o cabelo do que gravando? O_o'
ResponderExcluirAh! Como eu gostei da adoção do cabelo afro da Thais Araújo! Não que eu seja contra aos secadores e chapinhas, pois eu msm não os dispenso, mas será que sempre temos que ver as meninas brancas e seus cabelos lisérrimos sendo protagonistas? Sabemos do grande poder influenciador da mídia e é um absurdo essa "monopolização estética", na qual as magras, brancas e dos cabelos lisérrimos ficam com os galãs-charmosos-bem-de-vida! Sempe me irrito com essa importação estética norte-americana, nossa cultura é diversa e o percentual de garotas morenas e negras é consideravelmente maior que o de brancas, mas que se dane essa diversidade, as morenas e negras que se adaptem ao estereótipo atual de garota bonita, cabelos lisérrimos e socialmente aceita. Não vamos ser hipócritas em dizer que esses modelos únicos não influenciam, que as garotas não precisam de negarem suas madeixas encaracoladas por conta dos padrões estabelecidos. Seria ridículo se usássemos esse argumento. A mídia influencia e pronto. É natural do ser-humano querer ser aceito dentro de um grupo, a indústria cultural conhece bem a psicologia humana e sem clichês repetitivos, esse conhecimento é usado como forma manipulativa das pessoas. Eu lamento essa intolerância e o tom pejorativo das brincadeiras, aliás, lamento qualquer forma de intolerância e pensamento comprado.
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